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Pug, entenda sobre essa raça

O Pug está entre os cães de companhia mais antigos do mundo, sendo uma das poucas raças que conservou sua função desde seu nascimento. Sua aparência única e inconfundível, somada ao comportamento dócil e brincalhão, fizeram do Pug um sucesso internacional, tanto que participou de vários filmes.

01/09/2018 Artigos Juliana Campos de Barros

O Pug tem o temperamento típico de um cachorro de companhia. É carinhoso, alegre e brincalhão. Tem uma personalidade forte e gosta de chamar à atenção, mas é de caráter estável. Mesmo sendo uma raça muito agitada, o Pug é um cachorro que se adapta muito em qualquer ambiente, seja apartamento ou casa.

A origem do Pug como uma raça começou, provavelmente, na China antiga. Os cães conhecidos como “Short Mouthed dogs”, ou cães de “boca curta”, são descritos em escrituras que datam de aproximadamente 700 A.C., e eram, provavelmente, os precursores da raça Pug. No ano 1 D.C. já existiam referências, nos documentos chineses, ao cão “Pai”, referindo-se a um cão pequeno, de pernas e focinho curtos. O imperador Kang Hsi, no ano 950 D.C., elaborou um dicionário com todos os símbolos chineses, e nele há duas referências que poderiam descrever o Pug: “cães com pés curtos” e “um cão com uma cabeça curta”.

No geral, estes cachorros não apresentam problemas de comportamento, mas podem desenvolver ansiedade por separação com certa facilidade. Os Pug precisam de companhia constante e podem se tornar cães destruidores quando ficam sozinhos por muito tempo. Também precisam fazer exercício e receber estimulação mental para não se aborrecerem.

Os Pug soltam muito pêlo, por isso a escovação diária é necessária. Outra característica importante é que eles são braquicefálicos (focinho curto) o que pode causar problemas respiratórios, sendo importante evitar passeios muito longos e nos horários mais quentes do dia. Além disso, eles podem roncar e fungar (é normal, não se assuste).   

Podem também apresentar tendência à obesidade, podem desenvolver problemas oculares devido à exposição dos olhos e ainda possuem um alto risco de ter diabetes e/ou doenças cardíacas. Há também infecções nas dobras do focinho desse cão, podendo fazer com que ele tenha problemas de pele.

 

Autora: Juliana Campos de Barros

 

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