Acontecendo anualmente em Julho, a Tour de France existe desde 1903 e é dividido em 21 etapas, ao longo de 23 dias, cobrindo cerca de 3.200 km. O formato permanece o mesmo desde seu início, com provas de contrarrelógio, a passagem através das cadeias de montanhas dos Pirenéus e dos Alpes e a finalização na Avenida de Champs-Élysées, em Paris. O percurso é constituído de estradas irregulares e montanhosas na França, com pequenas passagens através de países vizinhos.
Anderson, que sempre foi apaixonado por ciclismo, foi até lá para ver de perto a competição, juntamente de sua esposa e um casal de amigos.
“O que mais me chamou atenção foi o respeito pela prática esportiva, especialmente o incentivo às crianças. Cada pequeno que passava pedalando era aplaudido, algo muito forte culturalmente. Durante o Tour, a vibração era contagiante, todos unidos pela paixão pelo esporte. Ver famílias inteiras acampadas na montanha para assistir aos atletas, me fez refletir muito sobre educação e comunidade”, diz ele.
Na cidade de Bédoin, o grupo alugou bikes e prepararam as mochilas para um pedal de 40 km, que ia de onde estavam hospedados até o topo do Mont Ventoux. Foram 22 km de subida, acumulando 1.980 metros de elevação. “Havia cerca de 50 mil pessoas na montanha, e foi uma das melhores experiências que já tive. Acompanhar a passagem dos atletas foi extremamente emocionante, o clima é surreal”, relembra.
No dia seguinte, seguiram viagem em direção aos Alpes, visitando várias subidas épicas do Tour de France, como La Tourette, Col du Galibier e Col du Télégraphe, terminando em Courchevel.
“Ali ficamos hospedados para, no outro dia, subir o Col de la Loze, que seria o palco da chegada da etapa. Exploramos a região utilizando os teleféricos e encontramos um bom lugar para assistir à corrida”, comenta.
Por fim, chegaram em Lyon, onde pegaram um trem até Paris. Lá, conheceram os principais pontos turísticos e assistiram à última etapa do Tour de France, na Champs-Élysées.
“Foram dias incríveis, atravessando paisagens e cidades magníficas, celebrando o esporte que amamos e vivendo tudo isso na companhia de grandes amigos. Viajar abre a mente, fortalece a criatividade e nos ajuda a enxergar nossa própria cidade com novos olhos. É uma oportunidade de crescimento pessoal imensa. Voltei para casa com a certeza de que a cultura do incentivo transforma e de que pequenas atitudes podem inspirar novas gerações”, conclui o empresário.










